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Saiba como o HIS pode atuar no controle absoluto e na melhor gestão da farmácia hospitalar

Por Grace Leite, Marília Paraíso e Julie Almeida em 20 de janeiro de 2017


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A gestão da farmácia hospitalar é de suma importância para o Hospital. Ela está diretamente ligada a algumas práticas, que são fundamentais para a qualidade do tratamento de saúde. Como exemplo podemos citar: a administração de medicamentos e materiais para todos os setores do hospital e atendimento de dispensação de medicamentos de uso pontual ou contínuo.

 

A rotina de um farmacêutico e os desafios enfrentados por esse profissional dentro das instituições de saúde são grandes. Além do foco na assistência ao paciente, o profissional da área precisa garantir a qualidade. Para tanto, é necessário a revisão constante dos medicamentos e materiais padronizados. Além disso, faz parte da gestão da farmácia hospitalar a supervisão das possíveis interações medicamentosas, validando as prescrições médicas e mudanças informadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

 

Tudo isso, assegurando o reabastecimento de forma racional para garantir o ciclo operacional da instituição e a melhor relação custo-benefício. Uma administração eficaz de suprimentos resolve muitos problemas administrativos e operacionais dentro de um hospital. Com o HIS, é possível, por exemplo, filtrar os fornecedores baseados em critérios como condições de pagamento, preço e relacionamento com o fornecedor.

 

Segurança e qualidade

 

As instituições de saúde têm se preocupado cada dia mais com a segurança e a qualidade do atendimento prestado ao paciente. Neste sentido, são bem-vindas todas e quaisquer medidas que possam auxiliar na prevenção e detecção de erros na medicação.

 

Os problemas relacionados a prescrição de medicamentos são uma das principais causas de eventos adversos. E sabe-se que a maioria é considerada evitável. Estes eventos podem acarretar em um aumento significativo de tempo de internação, morbidade, mortalidade e custos hospitalares. Por isso, é muito importante que haja um entrosamento entre os funcionários de todos os setores. Neste cenário, deve haver troca de informações entre o médico que faz a prescrição e o farmacêutico que valida a prescrição checando as interações medicamentosas. Até mesmo o profissional de enfermagem que administra o medicamento ao paciente controlando os horários e dosagens.

 

A tecnologia a favor da gestão da farmácia hospitalar

 

Neste cenário, felizmente, a tecnologia chegou para agregar.  Ela pode auxiliar na prevenção de erros humanos por meio de relatórios de shelf life dos medicamentos. Ou ainda é possível realizar um bloqueio ágil de lotes de medicamentos determinados pela ANVISA. Outro processo comum é o controle das vias de acesso da medicação. E ainda há acompanhamento do relatório de medicamentos controlados e controle de fracionamento de medicamentos. A gestão do estoque  pode ser realizada através de indicadores e controle da validação farmacêutica com sistemas médicos computadorizados. Tudo isso, para garantir uma gestão da farmácia hospitalar eficiente.

 

Com o HIS, a farmácia pode participar ativamente para ajudar a impedir que erros na prescrição possam trazer algum malefício ao paciente. Após a prescrição médica, o farmacêutico avalia os medicamentos e as dosagens. O profissional também será avisado por meio de alertas no sistema sobre a interação medicamentosa. Com isso, evita-se a administração de uma combinação de medicamentos possa desencadear uma resposta farmacológica ou clínica.



Assim, é possível validar a prescrição para ser dispensada pelo almoxarifado. Se alguma justificativa for necessária, o pedido pode ser suspenso até que sejam feitos os esclarecimentos pelo médico responsável. No caso da não validação, o farmacêutico pode justificar e posteriormente extrair relatórios do histórico.

 

A partir da análise detalhada da prescrição, incluindo componentes, quantidade, qualidade, compatibilidade, interações, possibilidade de reações adversas, estabilidade e outros aspectos diversos, o farmacêutico pode contribuir para redução de riscos e segurança do paciente.


Além disso, a farmácia fica ciente das medicações utilizadas para poder planejar e solicitar as medicações necessárias para que fiquem disponíveis aos pacientes quando necessário. Com o HIS é possível ter uma maior gestão da farmácia hospitalar e um setor 100% controlado, pois tudo é devidamente registrado e rastreado, inclusive quem foi o usuário responsável pela liberação do medicamento. Se alguma medicação está chegando ao final, por exemplo, o próprio sistema avisa ao usuário.

 

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