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Controle do miligramado: descubra como fazer na sua instituição

Por Pixeon em 29 de setembro de 2015

shutterstock_152008829Para qualquer negócio, um dos processos mais importantes, que precisa de organização rigorosa, é o controle de desperdícios. Tempo perdido, papéis impressos inutilmente e gasto inadvertido de medicamentos podem ter um resultado pesado nas finanças de uma instituição de saúde. Entretanto, há formas de evitar essas perdas e, uma delas é investir no controle do miligramado na instituição.

 

Para não causar desperdício de medicamentos, o ramo farmacêutico precisa ter um controle interno rigoroso sobre a manipulação destes itens. Entretanto, realizar essa tarefa manualmente, além de não ser fácil, pode acabar gerando ainda mais perda de material. Por isso, existem opções no mercado que são capazes de gerenciar todo o processo automaticamente – por meio de sistemas de gestão, os profissionais têm todas as informações dos medicamentos sempre à mão. Ainda, eles auxiliam a controlar a dosagem, validade e estoque, o que significa uma melhora na otimização dos processos médicos.

 

Fazer o controle do miligramado em medicamentos é fundamental, principalmente para o departamento de oncologia, por exemplo, já que a medicação tem um alto custo e necessita de uma moderação mais rigorosa. Por exemplo, a dose de um medicamento oncológico é baseada em algumas variáveis, como estágio da doença, estado do paciente e seu IMC (Índice de Massa Corpórea). Assim, dois pacientes com o mesmo tipo de patologia podem receber uma quantidade diferente de remédio. Por isso, é comum precisar fazer a extração do miligramado de forma correta, utilizando um sistema para ajudar no controle e não desperdiçar medicamento.

 

É comum que as farmácias manipulem grandes quantidades de medicações para administrar diferentes doses aos pacientes. Ao entrar em contato com o ar, o medicamento que já foi aberto precisa de uma nova data de validade e, por isso, ter o controle dele em um sistema de gerenciamento, que gerencie, organize e armazena datas e miligramado de forma automatizada, otimiza o trabalho dos profissionais da área.

 

Outro fator determinante para o controle do miligramado é o overfill. Em geral, os fabricantes colocam uma quantidade maior do que a indicada no frasco, para que não falte medicamento. Alguns técnicos de farmácia são capazes de fazer a extração de toda a miligramagem contida no recipiente. Assim, além da reutilização do medicamento do mesmo frasco em mais de um paciente, ainda se ganha alguns mililitros na extração correta do overfill.

 

As regras dos convênios também são algo a se considerar no controle do miligramado, pois alguns convênios fazem o reembolso em relação ao frasco e outros aos miligramas utilizados pelo paciente. Neste caso, é importante ter um sistema de gestão que permita fazer a cobrança de acordo com a regra específica de cada convênio, economizando tempo e resolvendo as questões financeiras da administração das doses com rapidez e eficiência.

 

Quer entender mais sobre a importância de ter um sistema de gestão controlar desperdícios em sua instituição? Entre em contato com a equipe de especialistas da Pixeon!

 

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