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A gestão do bloco cirúrgico e a redução de custos na unidade

Por Pixeon em 18 de junho de 2015

centro cirúrgico no HIS

Por ter muitas áreas interligadas, organizar o fluxo de um hospital é um desafio e tanto para um gestor. E quanto melhor a administração, maior é a produtividade, o que fornece um tratamento mais ágil e melhor para os pacientes, além de aumentar a rentabilidade da unidade. Por isso, é importante pensar na gestão do bloco cirúrgico, com foco em reduzir os custos e otimizar o atendimento.

 

O primeiro passo para fazer uma gestão efetiva do centro cirúrgico é ter uma agenda específica do setor, assim é possível ter acesso fácil e rápido à disponibilidade de cada centro e ter controle total do fluxo de cirurgias. Além disso, é possível organizar as agendas de modo a comportarem mais cirurgias, o que beneficia tanto as unidades de saúde, quanto os pacientes.

 

A gestão do bloco cirúrgico também engloba o controle dos equipamentos necessários em determinadas cirurgias. Digamos, por exemplo, que o hospital tenha um bisturi elétrico que precise ser utilizado em uma cirurgia cardiotoráxica e em outra cirurgia ortopédica. Assim, é feito o agendamento do primeiro procedimento, informando a utilização do material. Caso um usuário tente agendar a outra cirurgia que necessita do bisturi elétrico, no mesmo período de tempo que a outra está ocorrendo, o sistema de gestão alerta, pois, mesmo que haja uma sala cirúrgica disponível, o equipamento necessário para a execução da cirurgia não está.

 

No sistema, a agenda é o que concentra a gestão do bloco cirúrgico. Por ela é possível saber quem é o paciente submetido ao procedimento, o médico responsável, quais dias a horas estão agendadas as cirurgias. Além disso, é possível adicionar informações específicas sobre cada procedimento, como se o paciente pode vir a precisar de sangue, se após o procedimento precisará de um leito especial, quais os equipamentos do hospital serão utilizados durante a cirurgia, que materiais do almoxarifado serão necessários utilizar, qual é a equipe cirúrgica, etc. Desta forma, o processo torna-se automatizado, pois é possível verificar a disponibilidade de todos os equipamentos e salas cirúrgicas com poucos cliques.

 

Na prática, o processo funciona assim: a partir do momento que um paciente é agendado em um centro cirúrgico, é preciso informar os pré-requisitos da cirurgia, como por exemplo, se seu procedimento precisará de equipamentos específicos ou de bolsas de sangue, por exemplo. A solicitação dos materiais e medicamentos que o paciente vai utilizar durante a cirurgia, é realizada previamente também via sistema. O médico utiliza o que precisar durante o procedimento e, se acabar, pode solicitar, de forma automatizada, mais materiais. Após o fim da cirurgia, o paciente vai para o leito ou para a UTI. Então o administrativo verifica no histórico do paciente se tudo o que foi dispensado para ele foi realmente utilizado e então ele gera uma cobrança na conta do paciente, levando em consideração a equipe envolvida, os procedimentos realizados e todo o material e medicamentos utilizados durante a cirurgia daquele paciente. Caso um material ou medicamento não tenha sido utilizado, o sistema faz a devolução automática para a farmácia e, desta forma, gera economia de suprimentos para a instituição. Ao fim do processo o centro cirúrgico gera a conta do paciente de forma automatizada, o que evita erros humanos e consequentes glosas com o convênio.

 

Depois desse texto, ficou curioso sobre como a gestão do bloco cirúrgico pode gerar a redução de custos na sua unidade? Entre em contato com a nossa equipe e tire suas dúvidas!

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