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As vantagens do interfaceamento em laboratórios

Por Pixeon em 20 de junho de 2014

interfaceamento em LISA maioria dos laboratórios utiliza um sistema informatizado para controlar o funcionamento do local. Além do atendimento da recepção, faturamento, estoque, entre outras ferramentas de gerenciamento laboratorial, esses programas também fazem a etiquetagem para os tubos, onde serão recolhidas as amostras, e a de mapas de trabalho manuais. No entanto, em muitos casos, a digitação de laudos ou liberação de laudos costumam ser realizadas manualmente. Mas a utilização de uma solução de interfaceamento possibilita total integração entre os equipamentos de automação laboratorial e o Sistema de Informação Laboratorial – LIS, software de cadastro do laboratório.

 

Depois de realizado o atendimento do paciente, são geradas etiquetas com os números das amostras e os respectivos códigos de barras. Essas etiquetas são coladas nos tubos antes de serem coletadas as amostras dos pacientes. O LIS gera um arquivo de ordem com os dados dos exames, o sistema de interface importa esse arquivo e envia para os equipamentos. Os equipamentos, por sua vez, por meio da leitura do código de barras, realizarão o exame informado. Em seguida, o sistema de interface gera um arquivo de retorno e o envia para o LIS, com o laudo já estará digitado. Dessa forma, a clínica ganha rapidez e precisão na conferência e liberação de resultados, eliminando a necessidade de mapas de trabalhos manuais.

 

Um sistema que faça essa integração auxilia ainda na redução de custos do seu estabelecimento com uma digitadora de laudos, pois com o interfaceamento o próprio sistema envia os resultados dos laudos para o LIS. Isso também contribui para a redução de erros e aumenta a produtividade da equipe do laboratório.

 

Para aumentar a segurança dos resultados, ao utilizar o interfaceamento é possível inserir valores de referência, como a quantidade de glicose, que deve estar entre 60 a 99 mg/dL. Quando o interfaceamento analisa um resultado com valor fora da referência, como no exemplo da glicose citado acima, o LIS não permite que o mesmo seja liberado automaticamente. O responsável pelo laboratório deverá solicitar uma nova análise ou fazer a liberação manualmente.

 

Também é indicado fazer o interfaceamento com laboratórios de apoio, uma prática bastante comum no setor. Funciona da seguinte maneira: o laboratório que captou o material gera um arquivo no sistema e compartilha com o laboratório de apoio, medida possível devido ao interfaceamento. A amostra segue para o segundo laboratório e o laudo é feito diretamente no sistema integrado, possibilitando seu acesso do primeiro laboratório. Ou seja, a comunicação e a troca de informação é facilitada.

 

Ao sentir a necessidade de ter essa integração, o gestor deve procurar sistemas compatíveis entre as áreas do laboratório para que seja possível fazer o interfaceamento. Muitas vezes, pode ser necessário realizar algumas alterações, mas as vantagens da integração certamente compensarão no fluxo de trabalho.

 

Tem alguma pergunta sobre esse assunto? Deixe nos comentários abaixo.

 

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